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É possível uma filosofia latino-americana?

Considerando a leitura dos textos apresentados no AVA, bem como o problema levantado, temos que nos perguntar:  Para ser chamada de latino-americana, a filosofia precisa tratar de um problema especificamente local? Ou, a filosofia que trata de problemas universais, mas que é feita aqui na América Latina, mesmo que seja a partir de pensadores indo-europeus, também pode ser chamada de autêntica, original, de latino-americana?   Antes de mais nada, é  curioso pensar que muitas  p e ssoas e rroneamente pensam que não existe filosofia na A mérica Latina ou  Brasil. É diferente quando falamos de uma filosofia já consolidada,  de descendência europeia,  com um público  já familiarizado e  cativo  a esta linha. Assim, a questão é tão importante de ser levantada que um dos primeiros problemas que encontramos é definir se é possível conferir a filosofia latino-americana sua  própria existência e presença . Por isto mesmo, a q...

Técnica e Tecnologia

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Elaboramos abaixo um quadro sinótico com as definições dos termos técnica e tecnologia, trazendo exemplos de quatro profissionais distintos que fazem uso das técnicas e suas respectivas tecnologias. Como poderemos observar, a técnica está relacionada às ações com os respectivos instrumentos e conhecimentos acumulados no intuito de realizar certos trabalhos. Já a tecnologia é como uma somatória das técnicas mais avançada aliada à ciência. Para compreendermos o conceito de tecnologia, precisamos antes entender o conceito de técnica. Conforme podemos perceber no quadro acima que foi elaborado a partir de entrevistas com os respectivos profissionais, percebemos que a técnica pode ser compreendida como a ação ou o caminho a ser percorrido para execução da tarefa. São os passos a serem dados para obter um resultado. Também pode ser definida como um conjunto de processos, normas e regras para conduzir uma atividade com eficácia. Ela envolve a habilidade e o manuseio do conhecimento...

COMO EVITAR MÁS DECISÕES

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O presente artigo trata especificamente do capítulo XXIII da obra “O Príncipe” de Nicolau Maquiavel (publicada pela primeira vez em 1531) e procura refletir sobre a validade das orientações que o autor dá para os soberanos acerca dos aduladores e bajuladores. Antes de tudo, vale ressaltar que Maquiavel é um autor muitas vezes incompreendido pelo senso comum. Até mesmo o termo que leva seu nome, “maquiavélico”, está associado a planos obscuros ou diabólicos. Porém, parece-nos que Maquiavel era muito mais uma espécie de “psicólogo comportamental” pois analisava friamente o modo como as pessoas reagiam a determinadas ações de seus governantes. É o que também defende um artigo publicado pela redação da Revista Exame: Seu pequeno livro “O Príncipe” foi revolucionário em sua época e legou para ele, até os dias de hoje, a fama de professor de maldade. De exemplo negativo, que nenhuma pessoa de bem deveria seguir. O príncipe deve estar disposto a mentir e ser cruel quando necessári...

Objetivos deste BLOG

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Este blog tem como objetivo a publicação de redações e artigos filosóficos, bem como temas voltados para a filosofia e o autoconhecimento.